Presidida pelo vereador Francisco Edivaldo (PP), a Câmara Municipal de Araripina esteve reunida na noite desta segunda-feira, 30, quando da realização da 10ª Sessão Ordinária do Primeiro Período Legislativo. Dois importantes Projetos de Lei do Executivo foram aprovados por unanimidade dos pares da Casa Joaquim Pereira Lima.O primeiro trata da criação do Conselho Municipal de proteção e defesa dos animais e o segundo da criação do Fundo Municipal da mesma causa e bandeira. O Secretário Municipal de Meio Ambiente e Causa Animal, João Dias, participou da sessão desta segunda-feira. Na ocasião, ele usou da tribuna no horário concedido pelo presidente do Legislativo Municipal.João Dias destacou os esforços que a secretaria tem enfrentado para superar os problemas com a quantidade de animais erantes, os chamados cães de rua. Segundo ele, a equipe tem feito um  trabalho diário para retirar os animais das ruas e colocá-los em um espaço, que ainda não é o ideal. Ele disse que existe uma população enorme de cães de rua, tanto na zona urbana quanto na rural.João Dias enfatizou que com a aprovação dessas duas leis criando o Conselho e Fundo Municipal, permitirá que o município consiga receber recursos das esferas estadual e federal para a proteção e defesa dos animais.No grande expediente a maioria dos vereadores utilizaram da tribuna. Os governistas fizeram a defesa da gestão do prefeito Evilásio Mateus, enumerando diversas ações da gestão municipal.PCC DOS PROFESSORESO Projeto de Lei do Executivo que trata da Reformulção do Plano de Cargos e Carreiras dos professores da rede municipal voltou a ser o centro dos debates e discordâncias. O PCC foi retirado da pauta de votação e enviado para as comissões pela Mesa Diretora após a bancada de oposição apresentar duas emendas, que posteriormente foram retiradas pelo líder da oposição, vereador Sebastião Dias. Ele chegou a dizer que admitia ter cometido um erro e por isso retirou as emendas para que o projeto fosse para a pauta de votação.O presidente da Câmara Municipal, Francisco Edivaldo, explicou que seguiu o que manda o Regimento Interno da Casa Legislativa e que somente colocará o projeto em votação quando tiver os pareceres das comissões temáticas.